Um blog de recortes e de textos sobre a forma mais sensível de amar, o amor que nasce da amizade, além de outros textos sobre amor, amizade e relacionamentos entre amigos.
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Nov 10
publicado por AmorAmigo, às 03:23link do post | comentar

Ontem, discutíamos sobre "O marido e o outro". Hoje, quero trazer à baila outro texto que está intimamente ligado ao anterior, menos pelas situações mas mais pelas causas.

 

Trata-se de um desabafo publicado em um site de solteiros, em que o autor se questiona por que as mulheres dizem gostar de cavalheiros e acabam caídas pelos cafajestes. Algo que, diga-se, acontece de forma idêntica, sem tirar nem pôr, com os homens: todos querem a mulher "para casar", mas vão à balada procurando a mulher "para se divertir". Reproduzo um trecho com alguns cortes:

 

Há algum tempo uma coisa vem me preocupando muito. Por que só os safados e cafajestes se dão bem com as mulheres? Por que só quem não as levam tão a sério são os que realmente “as levam”? O que mais me deixa triste com as mulheres é que elas falam uma coisa mas querem ou, pelo menos, são atraídas inconscientemente por outra.

 

Toda mulher tem o mesmo discursinho enjoado. Devem aprender isso ainda na escola, numa hora em que nós, meninos, não estamos por perto. Todas dizem que gostam de caras fiéis, sérios, que demonstrem o quanto as amam, atenciosos, respeitosos, enfim, tudo isso que todos sabemos. Balela! O que mais se vê por aí é um bando de caras assim, do jeito que elas “gostam”, chupando dedo enquanto malandrões sacanas estão nadando de braçada. Antes que pensem: Ah! Esse cara é do bando dos bons que não arrumam mulher e vem aqui chorar as pitangas. Eu digo: Sim, sou desse bando, por vocação, mas entrei no outro, por opção.

 

Quando se faz a opção pelo AmorAmigo, a gente tenta "desligar" a atração física e sexual e passa a buscar as características que realmente interessam para um relacionamento estável. Não se trata de deixar em segundo plano a atração, mas de dar-lhe o peso que tem, que não pode ser maior que o que tem a amizade em um relacionamento "nascido para durar".

 

A questão é que a balada não é lugar propício para se buscar amizades, mas sim relacionamentos baseados na atração física. E, como já nasceu desse jeito, poucos gostam de fazer nascer daí uma amizade. Aliás, se tentarem, podem até chegar à conclusão de que o relacionamento é inviável. Para quê passar por esse risco? Segue-se sem diálogo! Até que a coisa explode...*

 

De fato, o AmorAmigo é mais "sem sal" que a paixão. O problema é que sal demais faz mal ao coração...

 

A dose certa? Exigir do AmorAmigo uma bela dose de sedução (o que não pode ser problema, porque diálogo e abertura para isso não faltam) ou exigir da paixão que passe a se basear também no diálogo e na amizade, sob pena de terminar em rompimento ou em traição (eis o mal ao coração). Seguir fingindo que está tudo bem, em um caso ou em outro, é que não dá.

 

Para ler o texto completo, clique aqui. É divertido, leve e traz diversos casos ocorridos com o autor que são clichê, de tão frequentes.

 

*Pergunto-me: isso é se "dar bem", como coloquei no título? Eu divirjo veementemente.


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