Um blog de recortes e de textos sobre a forma mais sensível de amar, o amor que nasce da amizade, além de outros textos sobre amor, amizade e relacionamentos entre amigos.
25
Nov 10
publicado por AmorAmigo, às 04:55link do post | comentar

Leonardo Sakamoto é um jornalista especializado em direitos humanos. Mas, recentemente, destacou em seu blog uma constatação curiosa. Leia a seguir o trecho inicial do post:

 

Quando alguém é preso, geralmente não vai para a cadeia sozinho pagar pelo crime que cometeu. Junto vão muitas mães, irmãs, esposas, filhas, avós que, religiosamente, fazem filas nas portas dos centros de detenção e presídios, desde as primeiras horas nos dias de visita. Um lanche, um bolo de fubá, revistas, pilhas para o radinho, uma muda de roupa, pacotes de cigarros – que servem de moeda e diversão. No final, a pena de muitas dessas mulheres termina no dia em que seus filhos, maridos, pais, irmãos deixam a cadeia. Quando deixam.

 

(É triste que as mesmas filas não se formem do lado de fora dos presídios femininos. A quantidade de companheiros e familiares que vão visitar mulheres encarceradas são em número vergonhosamente menor, uma vez que a quantidade de mulheres nessa situação que são abandonadas é bem maior que a de homens. Mulheres, com notáveis exceções, têm sido criadas para acompanhar e servir. Homens para serem idiotas e egoístas.)

 

Esta tolerância da mulher com comportamentos reprováveis dos homens, representada pelo apoio irrestrito mesmo em situações em que os fatos não o permitem?

 

No contexto deste blog, isto pode ser percebido quando vemos um número muito maior de mulheres que toleram a traição de seus maridos, em relação à de maridos que fazem vista grossa e não se vingam com o comportamento recíproco.

 

Dos casos que conheço, e não são tão poucos, porque os homens gostam de se vangloriar da traição nas rodas de amigos, e as mulheres fingem ou realmente acreditam ser algo natural, eu afirmo que em nenhum, nem como exceção à regra, o relacionamento do casal se iniciou ou, principalmente, floresceu na amizade. Tratavam-se e tratam-se como se, de fato, fossem uma de Vênus e o outro de Marte, sem diplomata nem tradutor.

 

E você? Conhece alguma exceção? Tem alguma teoria que explique isso?

 

Para ler o texto completo do post, clique aqui.


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